plusadm https://plus.adm.br Sun, 14 Jun 2026 12:44:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://plus.adm.br/wp-content/uploads/2026/02/cropped-favico-32x32.png plusadm https://plus.adm.br 32 32 Uber com novas regras: ficou melhor para os motoristas? https://plus.adm.br/uber-com-novas-regras-ficou-melhor-para-os-motoristas/ https://plus.adm.br/uber-com-novas-regras-ficou-melhor-para-os-motoristas/#respond Tue, 26 May 2026 14:26:50 +0000 https://plus.adm.br/?p=497 Depende muito da cidade, da categoria do motorista e da estratégia da Uber. Pelas notícias recentes, existem sinais mistos: em alguns lugares a Uber está tentando melhorar incentivos para segurar motoristas; em outros, estudos mostram que as novas regras aumentaram a fatia da empresa e reduziram o ganho real do motorista.

No Uber Brasil, por exemplo, a Uber lançou em 2026 um novo modelo do Uber Pro em cidades selecionadas, prometendo ganhos extras de até 15% para categorias Ouro, Platina e Diamante. As cidades mencionadas incluem Porto Alegre, Recife, Londrina, Aracaju, Itajaí e São Carlos.

Mas isso tem alguns detalhes importantes:

  • o bônus vale só para certas categorias;
  • exige alta taxa de aceitação e atividade;
  • normalmente favorece quem roda muitas horas;
  • não muda os custos do motorista (combustível, manutenção, seguro, depreciação).

Então, para motoristas muito ativos e estratégicos, pode melhorar o faturamento bruto. Para quem roda poucas horas, o ganho líquido pode continuar apertado.

Já no Reino Unido, pesquisas recentes sobre a tarifa dinâmica mostraram o contrário: depois da mudança no sistema de pagamentos em 2023, os motoristas passaram a receber menos por hora enquanto a Uber aumentou sua retenção em várias corridas. Em alguns casos, a empresa teria ficado com 40% a 50% do valor pago pelo passageiro.

O estudo aponta alguns efeitos negativos:

  • mais tempo parado esperando corrida;
  • menor previsibilidade;
  • corridas caras nem sempre significam ganho maior para o motorista;
  • aumento do preço para o passageiro sem repasse proporcional.

Ao mesmo tempo, plataformas de transporte no mundo inteiro estão indo para modelos cada vez mais “algorítmicos”, com:

  • bônus personalizados;
  • metas;
  • prioridade para motoristas mais ativos;
  • assinaturas ou programas premium;
  • subsídios temporários em cidades com falta de motoristas.

Na prática, hoje parece existir um padrão:

Onde pode valer mais a pena

  • cidades com alta demanda constante;
  • aeroporto e horário corporativo;
  • motoristas que conseguem manter status alto no app;
  • regiões onde há poucos motoristas disponíveis;
  • horários com dinâmica forte.

Onde tende a piorar

  • cidades saturadas;
  • regiões com muito trânsito e corrida curta;
  • quando a Uber aumenta retenção “invisível”;
  • quando o motorista depende só da Uber;
  • horários sem dinâmica.

No Brasil, muitos motoristas relatam que o segredo deixou de ser “rodar muito” e virou:

  • escolher horários;
  • usar múltiplos apps;
  • evitar corridas ruins;
  • controlar custo do carro;
  • aproveitar incentivos temporários.

RESUMINDO:

  • Em algumas cidades, as novas regras podem melhorar o faturamento bruto para motoristas mais estratégicos.
  • Mas, olhando o cenário internacional recente, a tendência geral ainda parece favorecer mais a plataforma do que o motorista, principalmente quando os algoritmos ficam menos transparentes.

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BYD muda a garantia dos carros elétricos e híbridos para 2027 https://plus.adm.br/byd-muda-a-garantia-dos-carros-eletricos-e-hibridos-para-2027/ https://plus.adm.br/byd-muda-a-garantia-dos-carros-eletricos-e-hibridos-para-2027/#respond Sun, 10 May 2026 10:47:11 +0000 https://plus.adm.br/?p=466 O que mudou e como isso afeta os consumidores.

A BYD Brasil anunciou mudanças importantes na política de garantia dos seus carros elétricos e híbridos no Brasil para os modelos ano 2026/2027. A novidade já está repercutindo entre consumidores, proprietários e futuros compradores, principalmente porque a marca era conhecida por oferecer cobertura sem limite de quilometragem em alguns casos.

As alterações envolvem limite de quilometragem, cobertura da bateria, motor elétrico, multimídia e até regras para uso comercial, como carros de aplicativo e frotas.

O que mudou na garantia da BYD?

A principal mudança é que os veículos de uso particular passam a ter garantia de:

  • 6 anos ou 200 mil quilômetros, valendo o que ocorrer primeiro.

Antes, muitos modelos eletrificados da marca ofereciam garantia sem limite de quilometragem para uso particular no Brasil.

Já a bateria de tração e o motor elétrico passam a ter cobertura de:

  • 8 anos ou 200 mil quilômetros.

Segundo os novos manuais da marca, a bateria será considerada dentro das condições normais caso mantenha ao menos 60% da capacidade original durante o período de garantia.

Mudanças também afetam motoristas de aplicativo e frotistas

A BYD também alterou as regras para veículos de uso comercial, como:

  • Uber;
  • 99;
  • táxis;
  • locadoras;
  • frotas corporativas.

Em alguns componentes houve ampliação de cobertura, enquanto outros passaram a ter limitações específicas de quilometragem e prazo.

Isso mostra que a montadora está alinhando sua política brasileira ao padrão internacional da marca.

Quais componentes tiveram alteração?

Além da garantia geral do veículo, a atualização inclui novos limites para:

  • sistema de alta tensão;
  • chassi;
  • suspensão;
  • multimídia;
  • motor elétrico;
  • componentes eletrônicos;
  • corrosão;
  • bateria 12V.

Itens considerados de desgaste natural continuam com cobertura reduzida, como:

  • pneus;
  • pastilhas de freio;
  • discos;
  • limpadores;
  • lâmpadas;
  • filtros.

Revisões continuam obrigatórias

Outro ponto importante é que a BYD reforçou no manual que as revisões devem ser feitas corretamente dentro do prazo previsto.

A garantia poderá ser cancelada em casos como:

  • revisões atrasadas;
  • manutenção fora da rede autorizada;
  • uso de peças não originais;
  • alterações que afetem os sistemas do veículo.

O que isso significa para quem quer comprar um BYD?

A mudança pode gerar discussões entre consumidores. Por um lado, a limitação de quilometragem reduz uma das vantagens competitivas que a marca utilizava no mercado brasileiro. Por outro, os prazos de cobertura ainda continuam acima de várias montadoras tradicionais.

Para quem roda pouco ou moderadamente, os novos limites provavelmente não causarão impacto relevante. Já motoristas de aplicativo, representantes comerciais e usuários que percorrem grandes distâncias precisam analisar a garantia com mais atenção antes da compra.

A mudança afeta carros antigos?

Não. Segundo as informações divulgadas, as novas regras valem para os modelos ano 2026/2027 em diante. Proprietários de veículos adquiridos anteriormente continuam com as condições vigentes na época da compra.

Mercado de elétricos continua crescendo

Mesmo com as mudanças, a BYD segue como uma das marcas que mais crescem no mercado brasileiro de veículos eletrificados. A fabricante chinesa ampliou fortemente sua presença no país nos últimos anos e continua investindo em produção nacional, rede de concessionárias e infraestrutura de recarga.

A atualização da garantia mostra também uma maturidade maior do mercado de carros elétricos e híbridos no Brasil, que começa a entrar em uma fase mais próxima das práticas globais das montadoras.

Vale a pena continuar comprando um BYD?

Para muitos consumidores, sim. Os modelos da BYD continuam oferecendo:

  • boa autonomia;
  • tecnologia embarcada;
  • baixo custo de recarga;
  • desempenho silencioso;
  • ampla lista de equipamentos.

No entanto, a recomendação agora é ainda mais clara: ler atentamente o manual de garantia antes da compra, principalmente quem pretende utilizar o veículo de forma intensa ou comercial.

Isso ajuda a evitar surpresas futuras e permite comparar melhor as condições oferecidas por outras marcas de carros elétricos e híbridos disponíveis no Brasil.

carros elétricos e híbridos disponíveis no Brasil.

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Waze lança alerta de segurança para áreas com risco de assaltos https://plus.adm.br/waze-lanca-alerta-de-seguranca-para-areas-com-risco-de-assaltos/ https://plus.adm.br/waze-lanca-alerta-de-seguranca-para-areas-com-risco-de-assaltos/#respond Sun, 22 Mar 2026 11:30:30 +0000 https://plus.adm.br/?p=410 O aplicativo de navegação Waze lançou, em março de 2026, um novo recurso de segurança voltado para alertar motoristas sobre áreas com alto risco de assaltos, roubos de veículos e vandalismo durante o trajeto. A novidade reforça a proposta da plataforma de oferecer rotas mais seguras e aumentar a atenção dos condutores nas vias urbanas.

O recurso funciona por meio de um alerta de “insegurança”, representado por um ícone de ladrão no mapa. Quando um motorista registra uma ocorrência suspeita ou um incidente na região, o aviso aparece para outros usuários que estão próximos do local, permitindo que escolham caminhos alternativos ou redobrem os cuidados ao passar pelo trecho.

Assim como outros avisos do aplicativo, o sistema é colaborativo e atualizado em tempo real pela comunidade de usuários. O alerta geralmente permanece visível entre 15 e 30 minutos, podendo continuar ativo caso novas ocorrências sejam registradas na mesma área.

A funcionalidade começou a ser liberada gradualmente no Brasil e já aparece em grandes cidades, com expectativa de expansão para mais regiões ao longo de 2026. O objetivo é ajudar motoristas a evitar locais perigosos, reduzir riscos e tornar o deslocamento mais seguro no dia a dia.

Conclusão

O novo alerta de segurança do Waze representa um avanço importante no uso da tecnologia para prevenção de crimes no trânsito. Ao combinar colaboração entre usuários e informação em tempo real, o aplicativo se torna uma ferramenta ainda mais útil para quem busca segurança, praticidade e tranquilidade ao dirigir.

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Os riscos do pneu “careca” https://plus.adm.br/os-riscos-do-pneu-careca/ https://plus.adm.br/os-riscos-do-pneu-careca/#respond Mon, 02 Mar 2026 11:32:32 +0000 https://plus.adm.br/?p=378 Em março, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) reforçou o alerta aos motoristas sobre os perigos de circular com pneus carecas — aqueles com sulcos desgastados além do limite permitido por lei. A medida chama atenção para a segurança viária, especialmente em períodos de chuva, quando o risco de aquaplanagem aumenta significativamente.

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Em março, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) reforçou o alerta aos motoristas sobre os perigos de circular com pneus carecas — aqueles com sulcos desgastados além do limite permitido por lei. A medida chama atenção para a segurança viária, especialmente em períodos de chuva, quando o risco de aquaplanagem aumenta significativamente.

O que é considerado pneu careca?

De acordo com as normas do Conselho Nacional de Trânsito e do Código de Trânsito Brasileiro, o pneu é considerado irregular quando a profundidade dos sulcos é inferior a 1,6 milímetro.

Os pneus possuem indicadores chamados TWI (Tread Wear Indicator), pequenas elevações entre os sulcos. Quando o desgaste atinge esse nível, é sinal claro de que o pneu deve ser substituído.

Quais são os riscos?

Rodar com pneu careca compromete diretamente a segurança do veículo. Entre os principais riscos estão:

  • Perda de aderência em curvas e frenagens
  • Aquaplanagem em pistas molhadas
  • Aumento da distância de frenagem
  • Maior chance de estouro do pneu

Em dias chuvosos, o sulco do pneu é responsável por escoar a água. Sem profundidade suficiente, o veículo pode literalmente “flutuar” sobre a pista.

Qual é a multa?

Conduzir veículo com pneu careca é infração grave, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.

A penalidade inclui:

  • Multa no valor de R$ 195,23
  • 5 pontos na CNH
  • Possível retenção do veículo até a regularização

Como evitar problemas?

✔ Verifique regularmente os sulcos dos pneus
✔ Faça rodízio a cada 5 a 10 mil km
✔ Mantenha o alinhamento e balanceamento em dia
✔ Calibre os pneus semanalmente

A recomendação dos especialistas é não esperar atingir o limite legal. Trocar o pneu antes do desgaste máximo aumenta a segurança e o desempenho do veículo.

Conclusão

O alerta do Conselho Nacional de Trânsito serve como um lembrete importante: pneus são itens essenciais de segurança. Pequenos cuidados preventivos podem evitar acidentes graves e prejuízos financeiros.

Manter os pneus em bom estado não é apenas uma exigência legal — é uma responsabilidade com a própria vida e com a de outros motoristas e pedestres.


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Dicas de como cuidar bem do seu carro https://plus.adm.br/dicas-de-como-cuidar-bem-do-seu-carro/ https://plus.adm.br/dicas-de-como-cuidar-bem-do-seu-carro/#respond Sun, 01 Mar 2026 12:49:59 +0000 https://plus.adm.br/?p=363 Cuidar bem do seu carro é fundamental para garantir segurança, economia e valorização do veículo. A manutenção automotiva preventiva evita gastos inesperados, reduz o consumo de combustível e aumenta a vida útil do motor.

Neste guia completo, você vai descobrir como cuidar do seu carro da forma correta, com dicas práticas que podem ser aplicadas no dia a dia.

1. Faça a manutenção preventiva regularmente

A manutenção preventiva é essencial para evitar problemas maiores e mais caros no futuro. Siga sempre o plano de revisões recomendado no manual do fabricante.

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https://res.cloudinary.com/yourmechanic/image/upload/dpr_auto%2Cf_auto%2Cq_auto/v1/article_images/engine_inspection
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Itens que merecem atenção:

  • Troca de óleo e filtro
  • Verificação dos freios
  • Checagem da bateria
  • Filtros de ar e combustível
  • Sistema de arrefecimento

Realizar revisões periódicas aumenta a vida útil do motor e melhora o desempenho do veículo.


2. Lave o carro com frequência

Manter o carro limpo vai além da estética. Poeira, poluição e resíduos podem danificar a pintura e causar corrosão.

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Dicas importantes:

  • Use produtos específicos para automóveis
  • Evite lavar sob sol forte
  • Aplique cera para proteger a pintura
  • Aspire o interior regularmente

Uma boa limpeza ajuda a conservar tanto a parte externa quanto interna.


3. Cuide bem dos pneus

Os pneus são fundamentais para a segurança e economia de combustível.

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Fique atento:

  • Verifique a calibragem semanalmente
  • Observe o desgaste da banda de rodagem
  • Faça rodízio conforme recomendado
  • Alinhe e balanceie periodicamente

Pneus bem cuidados aumentam a estabilidade e reduzem o consumo de combustível.


4. Utilize combustível de qualidade

Abastecer em postos confiáveis evita problemas no motor e no sistema de injeção. Combustíveis adulterados podem causar danos graves e aumentar os gastos com manutenção.

Sempre que possível:

  • Escolha postos de confiança
  • Evite rodar na reserva com frequência
  • Observe o desempenho do carro após abastecer

5. Dirija com responsabilidade

A forma como você dirige impacta diretamente na conservação do veículo.

Boas práticas:

  • Evite arrancadas bruscas
  • Não freie de maneira agressiva
  • Reduza a velocidade em buracos e lombadas
  • Não sobrecarregue o carro além do limite

Uma condução suave reduz o desgaste de peças e melhora o consumo de combustível.


6. Fique atento aos sinais do carro

Barulhos estranhos, luzes acesas no painel e mudanças no desempenho são sinais de que algo pode estar errado. Ignorar esses alertas pode gerar problemas maiores.

Sempre que notar algo diferente, procure um mecânico de confiança.


Conclusão

Cuidar bem do seu carro é um investimento em segurança, economia e tranquilidade. Com manutenção preventiva, limpeza adequada e direção consciente, você garante que seu veículo tenha uma vida útil mais longa e mantenha seu valor de mercado.

Pequenos cuidados hoje evitam grandes dores de cabeça amanhã. 🚘

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Polêmica: motorista acima do peso pode aumentar o consumo de combustível? https://plus.adm.br/polemica-motorista-acima-do-peso-pode-aumentar-o-consumo-de-combustivel/ https://plus.adm.br/polemica-motorista-acima-do-peso-pode-aumentar-o-consumo-de-combustivel/#respond Sat, 28 Feb 2026 17:21:40 +0000 https://plus.adm.br/?p=357 Sim, mas o impacto isolado geralmente é pequeno. Vamos entender melhor.

Peso influencia no consumo?

Todo peso extra transportado pelo veículo exige mais esforço do motor, principalmente em:

  • Arrancadas
  • Subidas
  • Trânsito urbano com para e anda
  • Transporte constante de carga

Quanto maior o peso total (carro + motorista + passageiros + carga), maior tende a ser o consumo.

Quanto isso impacta na prática?

Estudos técnicos da SAE International indicam que cada 45 kg extras podem aumentar o consumo entre 1% e 2%, dependendo do tipo de condução.

Exemplo prático:

  • Um motorista 40 kg acima do peso ideal pode aumentar o consumo em cerca de 1% a 2%.
  • Se o carro faz 10 km/l, pode cair para algo entre 9,8 e 9,9 km/l.
  • Em uso urbano intenso, o impacto pode ser um pouco maior.

Ou seja: não é algo enorme, mas existe.

Onde o impacto é maior?

O peso influencia mais em:

  • Carros 1.0 ou de baixa potência
  • Veículos híbridos em modo elétrico
  • Uso frequente em subidas
  • Aplicativos de transporte (uso intenso diário)

Em rodovias com velocidade constante, o peso influencia menos do que fatores como aerodinâmica e calibragem dos pneus.

Comparando com outros fatores

Para efeito de comparação:

  • Pneus descalibrados aumentam consumo em até 10%
  • Ar-condicionado pode aumentar 5% a 15%
  • Direção agressiva pode elevar em até 30%

Ou seja, o estilo de condução pesa muito mais no bolso do que o peso do motorista isoladamente.

Conclusão

Sim, motorista acima do peso aumenta um pouco o consumo de combustível, mas o impacto é relativamente pequeno quando comparado a:

  • Má manutenção
  • Pneus murchos
  • Excesso de carga no porta-malas
  • Direção agressiva

Se o objetivo é economizar combustível, vale mais investir em:

✔ Direção suave
✔ Pneus calibrados
✔ Manutenção em dia
✔ Retirar peso desnecessário do carro

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Como funciona o gasto de bateria em carro 100% elétrico https://plus.adm.br/como-funciona-o-gasto-de-bateria-em-carro-100-eletrico/ https://plus.adm.br/como-funciona-o-gasto-de-bateria-em-carro-100-eletrico/#respond Sat, 28 Feb 2026 13:18:31 +0000 https://plus.adm.br/?p=351 Os carros 100% elétricos estão cada vez mais populares, mas muita gente ainda tem dúvidas sobre como a bateria é consumida e o que realmente faz a autonomia aumentar ou diminuir no dia a dia.

Neste artigo, você vai entender de forma simples como funciona o gasto de energia em um veículo elétrico e aprender dicas práticas para rodar mais e carregar menos.

Como funciona a bateria de um carro elétrico?

Um carro elétrico utiliza um conjunto de baterias de íons de lítio, semelhante às de smartphones, porém muito maiores e mais potentes.

Os principais componentes são:

  • Bateria (pack): armazena energia elétrica.
  • Inversor: converte energia da bateria (corrente contínua) em energia para o motor (corrente alternada).
  • Motor elétrico: transforma energia elétrica em movimento.
  • Sistema de gerenciamento (BMS): controla temperatura, carga e segurança da bateria.

A capacidade da bateria é medida em kWh (quilowatt-hora). Quanto maior esse número, maior tende a ser a autonomia.

Por exemplo:

  • 40 kWh → autonomia média menor
  • 60 kWh → autonomia intermediária
  • 100 kWh → autonomia maior

Mas autonomia não depende só do tamanho da bateria…


O que mais consome bateria em um carro elétrico?

1. Estilo de condução

Acelerações bruscas e alta velocidade aumentam muito o consumo.
Velocidade constante e condução suave economizam energia.

2. Ar-condicionado e aquecimento

Climatização usa energia da bateria. Em dias muito quentes ou frios, o consumo aumenta.

3. Tipo de trajeto

  • Subidas exigem mais energia.
  • Trânsito intenso consome mais (acelera e freia constantemente).
  • Rodovias em alta velocidade aumentam o gasto por causa da resistência do ar.

4. Peso do veículo

Mais passageiros ou carga extra = mais energia para movimentar o carro.

5. Resistência do vento

Acima de 90–100 km/h, a resistência aerodinâmica cresce bastante e reduz a autonomia.


O que é frenagem regenerativa?

Um dos grandes diferenciais do carro elétrico é a frenagem regenerativa.

Quando você tira o pé do acelerador ou freia:

  • O motor elétrico passa a funcionar como gerador.
  • Parte da energia do movimento é convertida novamente em eletricidade.
  • Essa energia volta para a bateria.

Isso ajuda a recuperar parte da carga — especialmente no trânsito urbano.


Comparação: consumo elétrico x combustível

Enquanto carros a combustão medem consumo em km/l, carros elétricos usam:

  • km/kWh
    ou
  • kWh a cada 100 km

Exemplo:
Se um carro faz 6 km/kWh, significa que ele consome 1 kWh a cada 6 km rodados.

Quanto maior o km/kWh, mais eficiente o veículo.


Dicas práticas para economizar bateria

1. Dirija de forma suave

Evite arrancadas fortes e freadas bruscas.

2. Use o modo “Eco”

A maioria dos elétricos possui modo de condução econômica, que limita potência e otimiza o uso de energia.

3. Aproveite a frenagem regenerativa

Antecipe o trânsito e desacelere gradualmente para recuperar energia.

4. Mantenha pneus calibrados

Pneus murchos aumentam o consumo.

5. Evite velocidade muito alta em rodovias

Rodar a 110 km/h consome consideravelmente mais do que a 90 km/h.

6. Prefira climatização inteligente

Use ar-condicionado com moderação e, se possível, pré-climatize o carro enquanto ele está carregando.

7. Planeje rotas

Evite trajetos com subidas muito longas quando houver alternativa.


A bateria vicia? Estraga rápido?

As baterias modernas são projetadas para durar 8 a 15 anos, dependendo do uso.
Dicas para preservar:

  • Evite deixar sempre em 0% ou 100%.
  • Prefira manter entre 20% e 80% no uso diário.
  • Evite exposição prolongada a calor extremo.

Conclusão

O gasto de bateria em um carro 100% elétrico depende principalmente de:

  • Estilo de direção
  • Velocidade
  • Uso de climatização
  • Condições da via

A boa notícia é que, com hábitos simples, é possível aumentar significativamente a autonomia e reduzir custos.


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Destaques da mídia https://plus.adm.br/destaques-da-midia/ https://plus.adm.br/destaques-da-midia/#respond Fri, 27 Feb 2026 12:19:42 +0000 https://plus.adm.br/?p=311 Confira alguns artigos publicados em seus web sites com assuntos automotivos.

Link na imagem.


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Fiat Pulse Híbrido. Pontos de atenção. https://plus.adm.br/fiat-pulse-hibrido-pontos-de-atencao/ https://plus.adm.br/fiat-pulse-hibrido-pontos-de-atencao/#respond Thu, 26 Feb 2026 20:22:09 +0000 https://plus.adm.br/?p=301 Reclamações dos proprietários, demanda do mercado e se vale a pena comprar.

Fiat Pulse Hybrid é uma das apostas da Fiat no crescente mercado de veículos eletrificados no Brasil. Lançado como uma versão com sistema híbrido “leve” — tecnicamente chamado de MHEV (mild hybrid) — o modelo despertou interesse pela promessa de economia de combustível e tecnologia, mas também vem acumulando reclamações e críticas de proprietários e especialistas.

Principais Reclamações dos Proprietários

Embora o Pulse Hybrid tenha atraído consumidores pela proposta “híbrida”, muitos donos relatam problemas e desapontamentos após a compra:

  • Sistema híbrido pouco eficaz – Alguns proprietários afirmam que o motor elétrico quase não atua no dia a dia, fazendo o carro comportar-se praticamente como um veículo a combustão comum — apesar de a montadora anunciar benefícios da eletrificação.
  • Falhas e panes intermitentes – Há relatos de casos em que o sistema híbrido deixou de funcionar sem aviso no painel, voltando a atuar somente após andanças ou atualizações feitas em concessionárias.
  • Consumo real diferente do prometido – Consumidores disseram que o consumo medido no uso real ficou bem abaixo das expectativas e nem sempre superior ao da versão convencional.
  • Atendimento e suporte – Alguns relatos mencionam dificuldades no atendimento nas concessionárias, com demora para agenda ou solução de problemas mesmo em carros com poucos meses de uso.
  • Outras falhas técnicas – Em alguns casos os clientes relatam luzes de alerta acendendo e funcionalidades importantes deixando de operar corretamente. (Fonte: Portal Reclame Aqui)

Essas experiências são repetidas em fóruns e redes sociais, onde proprietários comentam que o sistema híbrido leve pode ser percebido como “apenas um alternador melhorado” e que os ganhos reais de economia e desempenho muitas vezes não justificam a compra específica da versão híbrida.


Procura de Compra

O interesse geral por veículos híbridos e eletrificados no Brasil tem crescido nos últimos anos. Pesquisas indicam que uma parte significativa dos brasileiros considera a aquisição de um híbrido como próxima compra, atraídos por tecnologia e possíveis benefícios econômicos ou ambientais.

Entretanto, quando a tecnologia é um híbrido leve — como o do Pulse — a percepção de valor diminui, porque muitos consumidores esperam desempenho ou economia mais próxima de híbridos completos (como Toyota Corolla / Corolla Cross), que entregam resultados muito superiores no consumo urbano.

No mercado de usados e revenda, a aceitação de modelos híbridos ainda é um processo em evolução no Brasil, com alguns compradores cautelosos por não saberem bem como será o futuro valor de revenda ou custo de manutenção.


Econômico ou Não?

A principal promessa de um híbrido é economia de combustível, e nesse ponto os resultados do Pulse Hybrid são moderados:

  • Testes mostram ganho no consumo urbano, mas muitas vezes não tão expressivo quanto se imagina — na prática, médias entre cerca de 10 a 12 km/l na cidade são comuns dependendo do perfil de condução.
  • Na estrada, os ganhos sobre o modelo convencional muitas vezes ficam pequenos, já que o sistema híbrido atua principalmente em velocidades mais baixas.
  • O Pulse híbrido é mais caro que a versão comum, e o benefício econômico pode demorar a compensar essa diferença — especialmente se a principal motivação for apenas economizar combustível.
  • Em alguns estados existe incentivo fiscal (como redução ou isenção de IPVA), o que pode melhorar o custo-benefício.

Na prática, portanto, o Pulse Hybrid não entrega uma economia revolucionária em relação ao modelo tradicional, e o ganho tende a ser mais modesto para a maioria dos motoristas.


Vale a Pena Comprar?

Depende do seu objetivo:

Sim, pode valer a pena se

  • Você quer um SUV compacto com tecnologia híbrida acessível.
  • Busca melhorar um pouco o consumo urbano.
  • Pretende aproveitar possíveis incentivos fiscais.
  • Valoriza uma experiência de direção mais moderna.

Talvez não valha a pena se

  • Sua meta principal é economia drástica de combustível.
  • Você esperava um híbrido com desempenho e economia comparáveis aos híbridos completos (HEV).
  • Você tem receio de possíveis falhas ou inconsistências no sistema — especialmente porque alguns proprietários já relatam problemas.
  • Prefere pagar menos por uma versão convencional equivalente com consumo similar.

Conclusão

O Pulse híbrido é um passo acessível da Fiat rumo à eletrificação, com proposta interessante para quem quer experimentar tecnologia híbrida sem pagar muito. Contudo, muitos proprietários relatam que os benefícios reais, especialmente em economia e desempenho, são modestos e que problemas no sistema híbrido leve podem gerar frustrações no uso cotidiano.

Se o objetivo principal da compra é apenas economizar dinheiro com combustível, talvez não seja a melhor escolha — outras opções tradicionais podem oferecer consumo competitivo sem complicações na eletrônica. Porém, para quem quer um carro 0 km com tecnologia mais moderna e não se importa tanto com os ganhos reais de economia, o Pulse Hybrid pode ser uma opção válida no mercado atual.

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Quando o seguro não paga sinistro? https://plus.adm.br/quando-o-seguro-nao-paga-sinistro/ https://plus.adm.br/quando-o-seguro-nao-paga-sinistro/#respond Thu, 26 Feb 2026 10:58:46 +0000 https://plus.adm.br/?p=294 Contratar um seguro auto ou aderir a uma proteção veicular é uma forma inteligente de proteger seu patrimônio. No entanto, muita gente só descobre o que não está coberto quando já sofreu um prejuízo — e isso pode gerar frustração e até problemas financeiros.

Neste artigo, você vai entender em quais situações o seguro ou a proteção veicular podem negar o reembolso, quais são as diferenças entre eles e como evitar dores de cabeça.

1- Condutor sem habilitação ou com CNH irregular

Uma das principais razões para negativa de indenização no seguro auto é quando o veículo está sendo conduzido por alguém:

  • Sem CNH
  • Com CNH vencida
  • Com categoria diferente da exigida
  • Com direito de dirigir suspenso

Nesses casos, a seguradora pode alegar descumprimento contratual e negar o pagamento do sinistro.


2- Embriaguez ao volante

Se for comprovado que o motorista estava sob efeito de álcool ou drogas, o seguro auto não cobre os danos.

Isso ocorre porque a legislação e os contratos preveem o chamado agravamento de risco no seguro, ou seja, o segurado aumentou voluntariamente a probabilidade de acidente.

Essa é uma das causas mais frequentes de negativa.


3- Informação falsa na contratação

Outro motivo comum para a seguradora negar sinistro é a omissão ou informação incorreta no momento da contratação.

Exemplos:

  • Declarar uso particular quando o veículo é usado para aplicativo
  • Informar que apenas uma pessoa dirige o carro quando há múltiplos condutores
  • Informar endereço diferente do local onde o veículo pernoita

Se a empresa comprovar má-fé ou omissão relevante, o contrato pode ser cancelado.


4- Uso diferente do declarado na apólice

O seguro auto não cobre situações em que o veículo é utilizado para finalidade diferente da contratada.

Por exemplo:

  • Transporte de passageiros sem cobertura específica
  • Uso comercial quando contratado como particular
  • Participação em competições ou rachas

Leia sempre as exclusões do seguro auto antes de contratar.


5- Falta de pagamento

Sim, o seguro pode negar pagamento por inadimplência.

Se houver atraso ou cancelamento da apólice por falta de pagamento, o segurado pode perder o direito à indenização.

No caso da proteção veicular, o não pagamento da mensalidade também pode resultar na perda da cobertura.


6- Danos fora da cobertura contratada

Muitas pessoas acreditam que o seguro é “total”, mas isso depende do plano contratado.

Se você contratou apenas cobertura contra roubo e furto, por exemplo, não haverá indenização em caso de colisão.

Sempre confira:

  • Tipo de cobertura
  • Valor da franquia
  • Limites de indenização

7- Sinistro intencional ou fraude

O seguro não paga prejuízos causados de forma intencional.

Fraudes como:

  • Simulação de roubo
  • Incêndio proposital
  • Acidente forjado

Podem gerar, além da negativa de indenização, processo judicial.


8- Falta de manutenção do veículo

O seguro auto não cobre desgaste natural, problemas mecânicos ou danos causados por negligência.

Exemplos:

  • Motor fundido por falta de óleo
  • Pneus carecas
  • Pane por ausência de revisão

Seguro cobre eventos súbitos e imprevisíveis — não manutenção preventiva.


9- Situações previstas nas cláusulas de exclusão

Cada contrato possui regras específicas. O seguro pode negar pagamento em casos como:

  • Atos de guerra
  • Tumultos ou comoção social
  • Modificações não informadas no veículo
  • Descumprimento de cláusulas contratuais

No Brasil, o mercado de seguros é regulamentado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que estabelece normas para funcionamento das seguradoras.

Já a proteção veicular funciona por meio de associações e pode ter regras próprias de rateio e indenização.



Seguro auto não cobre tudo: como evitar a negativa?

Para reduzir o risco de negativa de indenização:

✔ Leia atentamente a apólice
✔ Seja transparente nas informações
✔ Mantenha pagamentos em dia
✔ Informe qualquer alteração no uso do veículo
✔ Respeite as regras contratuais


Conclusão: quando o seguro não paga sinistro?

Agora você já sabe que o seguro não paga sinistro principalmente quando há:

  • Descumprimento contratual
  • Agravamento de risco
  • Falta de cobertura específica
  • Inadimplência

Entender essas situações é essencial para evitar prejuízos e garantir que você esteja realmente protegido.

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